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Cupim Subterrâneo

ORDEM: Isoptera
FAMÍLIA: Rhinotermitidae
ESPÉCIE: Coptotermes gestroi

Cupim Subterrâneo (Coptotermes gestroi)

O cupim subterrâneo é a principal espécie de cupim no meio urbano, devido ao alto nível de destruição que apresenta em residências e prédios. Uma infestação desta espécie pode causar sérios prejuízos ao patrimônio e provocar acidentes como curto-circuito, incêndios, desabamentos, etc.

Esta espécie ataca principalmente o madeiramento em contato com a massa construída das edificações (fundações, estruturas, alvenaria, lajes, coberturas etc.), ou seja, elementos de acabamento como guarnições, rodapés e tacos, batentes de porta, armários embutidos, fundos de quadros de força, caixas de papelão estocadas, etc. São possíveis ataques em materiais não celulósicos, que são eliminados sem serem digeridos.

Problemas com Cupins Subterrâneos?

Se encontrar alguma das situações abaixo, não perca mais tempo, solicite uma inspeção técnica o quanto antes pelo telefone número 0800 77 27 777

  • pequenos túneis de barro na edificação
  • insetos alados saindo de vãos em piso, paredes e tetos, peças de madeira, batentes, etc
  • asas de insetos dentro da residência
  • manchas de umidade sob escadas e vãos estruturais
  • madeiramento oco / quebradiço em conato com a alvenaria

Para resolver o problema com cupins e proteger seu imóvel e sua família, conheça o sistema Sentricon.

Mais informação sobre os Cupins Subterrâneos

A rainha do cupim subterrâneo pode colocar cerca de 1000 ovos por dia.

O soldado desta espécie apresenta a cabeça arredondada, de cor amarelo claro, com mandíbulas proeminentes e são dotadas de um poro localizado atrás das mandíbulas, conectado a uma glândula cefálica, chamado de fontanela. 

Esta glândula produz um líquido viscoso, do tipo cola, que é usado para defesa, sendo excretado em grande volume (proporcionalmente) quando encontram-se em perigo.

São denominados subterrâneos pelo fato de constituírem colônias freqüentemente abaixo da superfície do solo, porém é comum fazerem seus ninhos em lajes, caixões perdidos, juntas de dilatação, dentro de redes hidráulicas e condutores elétricos, sem nenhum contato com o solo. 

A ligação entre a colônia e a fonte de alimento (celulose) pode ser feita por meio de túneis em vários componentes como pisos, paredes, cordões de gesso, mesmo que o ninho esteja localizado a dezenas de metros da área construída.